sábado, 12 de outubro de 2013

CENTRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Investimentos em centro de gerenciamento de riscos busca acelerar respostas em ocorrências de desastres naturais

Criado com o objetivo de qualificar e dar transparência à gestão de riscos e desastres no Brasil, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastre (S2ID) já está sendo utilizado por 2.266 municípios brasileiros. A informação foi apresentada nesta quinta-feira (10), ao ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, durante vistoria às instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), órgão vinculado à Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).
Na ocasião, Francisco Teixeira conversou com os gestores e as equipes multidisciplinares do Centro que, no dia a dia, monitoram informações sobre o tema. Desde que assumiu o comando da pasta, em 1º de outubro, o ministro vem se reunindo sistematicamente com as áreas técnicas das cinco secretarias que integram a Integração Nacional.
"O que a gente observa aqui são os avanços que a Secretaria Nacional de Defesa Civil conquistou nos últimos três anos, desde o início do processo de reestruturação do Cenad e a partir do aporte de investimentos no setor. A aplicação de ferramentas mais avançadas para o planejamento e monitoramento das ações de defesa civil tem permitido respostas mais rápidas quando da ocorrência de desastres naturais", pontuou Francisco Teixeira.
A estrutura do Cenad dispõe de equipamentos de ponta, como painel de videowall em LCD, televisores para videoconferência - interligando até 180 pontos diferentes - e monitores com múltiplas funções, dentre outras tecnologias. Os investimentos no órgão, bem como a realização de um concurso público para fortalecer a equipe, realizado em 2012, são parte do esforço do Ministério da Integração Nacional para tornar o Centro uma referência em preparação e resposta a desastres no Brasil.
Atuação
O Centro possui duas frentes de trabalho: ‘Articulação, estratégia, estruturação e melhoria contínua' e ‘Ação permanente de monitoramento, alerta, informação, mobilização e resposta'. A primeira é responsável pela preparação e resposta a desastres, sendo sua principal atividade a mobilização de profissionais para atendimento às vítimas. Já a segunda frente de trabalho corresponde ao monitoramento constante de informações sobre riscos, com o objetivo de reduzir impactos e preparar a população. 
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