sexta-feira, 12 de julho de 2013

COMANDO MILITAR DO PLANALTO


COMANDO MILITAR DO OESTE


ORAÇÃO DO GUERREIRO DA SELVA


COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA


MONTANHA !


BRAÇO FORTE


AVIAÇÃO DE BUSCA E SALVAMENTO


SISTEMA SAGITARIO DO BRASIL


PROTEÇÃO DAS REDES DE COMPUTADORES DOS ÓRGÃOS DE ESTADO


O ministro da Defesa, Celso Amorim, defendeu dia 10 no Senado a necessidade de que o Brasil desenvolva softwares e outras ferramentas nacionais para proteção das redes de computadores de seus órgãos de Estado.



MANOBRAS MILITARES


JORNADA DE SEGURANÇA COM OFICIAL R2 - GNA CONSULTORIA LTDA


DEFESA DE NOSSAS FRONTEIRAS


PÁTRIA AMADA BRASIL


quarta-feira, 10 de julho de 2013

CONTRATE A GRANS NASCIMENTO ASSOCIADOS


TUCANO T27


PROGRAMA DE INCENTIVO DO MINISTÉRIO DA DEFESA

O Ministério da Defesa (MD) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) iniciaram a divulgação da terceira edição do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Defesa Nacional (Pró-Defesa).

O projeto incentiva ações colaborativas entre instituições civis e militares para implantar pesquisas na área de defesa nacional. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de julho por pesquisadores, professores e estudantes de todo o país. O Pró-Defesa é voltado a instituições públicas e privadas que possuam programas de pesquisa na área.
O prazo de execução dos projetos será de 48 meses para exercício orçamentário e de 60 meses para a execução das atividades. O valor do financiamento é de até R$ 60 mil por ano em recurso de custeio, totalizando o máximo de R$ 240 mil por projeto.
Serão concedidas até três bolsas de estudo em nível de mestrado, duas em nível de doutorado e uma de pós-doutorado por projeto.Os resultados preliminares serão divulgados no dia 20 de agosto e o resultado final será definido em setembro.
Os projetos devem ser enviados pelo correio, em duas vias, para o endereço:
Programa Pró-Defesa 3
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes
Coordenação de Programas de Indução e Inovação – CII
Setor Bancário Norte Quadra 2 Bloco L Lote 6 – 9º andar
70040-020-Brasília-DF


DILMA REÚNE MINISTROS PARA DISCUTIR DENÚNCIAS DE ESPIONAGEM


Dilma reúne ministros para discutir reação a denúncias de espionagem

A presidente Dilma Rousseff fez uma reunião extraordinária na tarde desta terça-feira com seis ministros para detalhar as providências tomadas pelo governo brasileiro em relação às denúncias de espionagem a cidadãos brasileiros por agências americanas. A reunião ocorreu depois de uma primeira etapa de conversas entre os ministros. Em seguida, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota recebeu o embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon, no Palácio do Itamaraty.
Após a reunião de ministros, o chanceler anunciou a criação de um grupo de trabalho para definir as providências relativas às denúncias de espionagem. O grupo será formado por técnicos dos ministérios da Justiça, da Defesa, das Comunicações, das Relações Exteriores e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. A ideia é elaborar uma espécie de diagnóstico sobre a situação e concluí-lo rapidamente.Além de Patriota, participaram da reunião com a presidente os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, da Defesa, Celso Amorim, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do Gabinete de Segurança Institucional, José Elito. Dilma determinou que a investigação das denúncias e as respostas do governo sejam encaminhadas com rapidez e eficiência, principalmente, em relação a questões de segurança e soberania.
O Brasil anunciou que pretende recorrer à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos, e à União Internacional de Telecomunicações (UIT), em Genebra, Suíça, sobre as denúncias de espionagem. Nas Nações Unidas, segundo Patriota, o objetivo é buscar uma definição sobre normas claras de comportamento para os países quanto à privacidade das comunicações dos cidadãos e à preservação da soberania dos demais Estados. Na UIT, a ideia é tentar o aperfeiçoamento de regras multilaterais sobre segurança das telecomunicações.
Além de Brasil, México, Venezuela, Argentina, Colômbia e Equador, outros países latino-americanos também foram alvos de programas de espionagem e rastreamento da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), segundo documentos divulgados pelo americano Edward Snowden. Os dados eram monitorados por meio de um programa de vigilância eletrônica altamente secreto chamado Prism.
O ministro de Relações Exteriores do Uruguai, Luis Almagro, disse hoje que não há informações de que o monitoramento de dados de cidadãos também tenha ocorrido em seu país, porém as investigações estão em curso. Os governos da Venezuela, do Equador e da Colômbia indicaram que suspeitam que também tenham sido alvo de espionagem.
Espionagem americana no Brasil


Matéria do jornal O Globo de 6 de julho denunciou que brasileiros, pessoas em trânsito pelo Brasil e também empresas podem ter sido espionados pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Agency - NSA, na sigla em inglês), que virou alvo de polêmicas após denúncias do ex-técnico da inteligência americana Edward Snowden. A NSA teria utilizado um programa chamado Fairview, em parceria com uma empresa de telefonia americana, que fornece dados de redes de comunicação ao governo do país. Com relações comerciais com empresas de diversos países, a empresa oferece também informações sobre usuários de redes de comunicação de outras nações, ampliando o alcance da espionagem da inteligência do governo dos EUA.
Ainda segundo o jornal, uma das estações de espionagem utilizadas por agentes da NSA, em parceria com a Agência Central de Inteligência (CIA) funcionou em Brasília, pelo menos até 2002. Outros documentos apontam que escritórios da Embaixada do Brasil em Washington e da missão brasileira nas Nações Unidas, em Nova York, teriam sido alvos da agência.
Logo após a denúncia, a diplomacia brasileira cobrou explicações do governo americano. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou que o País reagiu com “preocupação” ao caso.
O embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon negou que o governo americano colete dados em território brasileiro e afirmou também que não houve a cooperação de empresas brasileiras com o serviço secreto americano.
Por conta do caso, o governo brasileiro determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) verifique se empresas de telecomunicações sediadas no País violaram o sigilo de dados e de comunicação telefônica. A Polícia Federal também instaurou inquérito para apurar as informações sobre o caso.
Após as revelações, a ministra responsável pela articulação política do governo, Ideli Salvatti (Relações Institucionais), afirmou que vai pedir urgência na aprovação do marco civil da internet. O projeto tramita no Congresso Nacional desde 2011 e hoje está em apreciação pela Câmara dos Deputados.
Agência Brasil





DENÚNCIAS DE ESPIONAGEM

Governo cria grupo de trabalho para averiguar denúncias de espionagem
terça-feira, 9 de julho de 2013, 17h02 


                                                                                  
Em reunião no Ministério da Justiça, o governo  definiu nesta  terça feira dia  9, a criação de um grupo de trabalho interministerial para analisar sob os aspectos técnicos e jurídicos as denúncias de espionagem das comunicações telefônicas e de dados.
O grupo de trabalho será formado por técnicos dos ministérios da Justiça, Defesa, das Comunicações, das Relações Exteriores e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. A ideia é elaborar uma espécie de diagnóstico sobre a situação e concluí-lo rapidamente.
Participaram da reunião os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Paulo Bernardo (Comunicações), Celso Amorim (Defesa), José Elito Siqueira (Gabinete de Segurança Institucional) e o chanceler Celso Amorim.
"Com esse grupo, alcançaremos uma posição segura sobre o caso, na busca por um diagnóstico preciso sobre o ocorrido, de forma a subsidiar e embasar as decisões do governo brasileiro", disse Cardozo após a reunião. Segundo ele, o grupo contará, também, com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a fim de agregar "substrato técnico" às decisões.
Dessa forma, o governo pretende criar mecanismos que garantam a aplicação dos direitos de inviolabilidade de correspondências pessoais garantidos pelo Artigo 5° da Constituição Federal. Perguntado sobre se o País conta ou não com algum órgão que atue preventivamente nesse sentido, Cardozo limitou-se a apontar instituições que, como a Polícia Federal e as ligadas ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), atuam no âmbito de repressão a práticas já identificadas ou suspeitas.
Congresso
Enquanto isso, a comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado aprovou a convocação de uma audiência pública para tratar do assunto. Serão convidados os ministros Paulo Bernardo (Comunicações), Antônio Patriota (Relações Exteriores), Celso Amorim (Defesa) e José Elito (Segurança Institucional), além do embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, e do jornalista do The Guardian, Glenn Greenwald, que revelou as ações de espionagens empreendidas pela agência de Segurança dos EUA não só no Brasil. A audiência pública será agendada para a próxima quinta, 11.