sábado, 11 de maio de 2013

GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA - SÃO PAULO - BRASIL



CONVITE COQUETEL ABSEG/ASIS BRASIL NA EXPOSEC 2013


CONTRATE UMA CONSULTORIA - NOVAS RESPOSTAS & NOVAS SOLUÇÕES


LEIS DA GUERRA NA SELVA


ABSEG ESTARÁ NA EXPOSEC 2013 - ESTANDE 1205


UMA AVENTURA HUMANA QUE EMOCIONA VOCÊ


CONGRESSO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PRIVADA 2013


INDÚSTRIA DE DEFESA AGUARDA EFEITOS DA NOVA LEI


INDÚSTRIA DA DEFESA AGUARDA EFEITOS DA NOVA LEI


O novo arcabouço regulatório da área de defesa, recentemente regulamentado, está movimentando as empresas do setor e renovou as expectativas de uma retomada da expansão dessa indústria, o que não ocorre desde os anos 1980.

No fim de março, o governo regulamentou, pelo Decreto 7.970, a Lei 12.598, de 2012, que estabelece normas especiais para compras de produtos e sistemas de defesa. Ao mesmo tempo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está estruturando um programa de apoio ao setor que, segundo o Valor apurou, deverá estar pronto a partir do segundo semestre deste ano. Mas em meio à esperança, parte do setor mostra-se ressabiada.

A expectativa já dura cerca de dois anos, desde a inclusão da área no Plano Brasil Maior, sem efeitos nas encomendas. E ainda há regulamentação pendente na área fiscal, uma das pernas mais importantes de nova política. "É positivo, estamos no caminho certo, mas as ferramentas ainda não estão prontas", disse Sami Hassuami, presidente da Avibras, uma das principais do setor, e da Associação Brasileira das Empresas de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). "O Decreto 7.970 não é suficiente", ressalta.

E afirma que ainda falta, por exemplo, a regulamentação pelo Ministério da Fazenda do Regime Especial Tributário do Setor de Defesa (Redit), criado pela Lei 12.598 há mais de um ano. Do lado do BNDES, o Valor apurou que, mesmo ainda não tendo recebido a aval da diretoria da instituição, o novo programa caminha sem obstáculos.

Ele deverá valer-se de mecanismos tradicionais de financiamento do BNDES, incluindo operações de crédito e a possibilidade de o banco comprar participações acionárias nas chamadas Empresas Estratégicas de Defesa (EEDs), figuras jurídicas de controle nacional, com base industrial no país e que invistam em inovação. Mesmo sem contar com uma ferramenta nova, o programa está sendo desenhado para oferecer condições mais favoráveis para os investimentos das EEDs. Essas condições podem passar até pela taxa de juros.

Também haverá estímulo para as empresas investirem em tecnologia, com apoio à inovação. A exportação é outra área que deverá ser estimulada pelo BNDES. Até agora o banco vinha apoiando as indústrias de defesa sem um foco específico. Em 2012, desembolsou R$ 48 milhões no setor. No total, o banco tem hoje em carteira projetos da indústria de defesa que somam R$ 107 milhões em financiamentos.

Os projetos encontram-se em diferentes fases de tramitação, desde a análise até a aprovação e contratação. A criação de um programa específico pelo BNDES para atender às necessidades da indústria de defesa se insere na atual política industrial do governo dentro do Plano Brasil Maior. O programa também é resultado da política de reaparelhamento das Forças Armadas prevista pela Estratégia Nacional de Defesa (END). Ainda não é possível dimensionar, porém, o efeito do programa de apoio do BNDES sobre os investimentos do setor, o que vai depender da demanda criada pelo próprio governo. Neste mês, o BNDES e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) deverão lançar edital para incentivar projetos de inovação tecnológica nas áreas aeroespecial e de defesa.

O problema é que a longa espera por uma nova política para o setor está deixando os empresários e executivos tensos e céticos. Hassuami acha que o processo de gestação ainda vai levar de um a dois anos para ficar azeitado. A política promete, entre outras coisas, assegurar a compra pelas Forças Armadas de equipamentos nacionais mesmo que sejam até 25% mais caros do que os importados e vai também isentar de tributos federais componentes importados para esses equipamentos, por meio do Redit, além de prover financiamentos das agências oficiais. "A gente ainda não está acessando esse dinheiro", disse Hassuami.

A Avibras, segundo ele, vai depender de financiamento do BNDES para completar investimentos de R$ 90 milhões necessários ao atendimento dos pedidos em carteira, domésticos e externos. Esses pedidos, mesmo fora da nova política, deverão elevar o faturamento da empresa de R$ 180 milhões no ano passado para R$ 400 milhões neste ano e R$ 600 milhões em 2014.

O diretor regional de São José dos Campos (cidade que concentra a maior parte do setor de defesa e aeroespacial do país) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Almir Fernandes, é outro que se mostra na expectativa. "Pelo que a gente sente, para as empresas associadas não houve nenhum efeito prático até o momento." A maior parte das empresas citadas por Fernandes trabalha como fornecedora da Embraer e, segundo ele, está trabalhando a 60% ou, no máximo, 80% da capacidade, enfrentando dificuldades desde a crise internacional de 2008. "O Brasil ficou décadas parado e está há seis anos preparando o que agora, espero, começa a se efetivar", disse Agliberto Chagas, gerente-executivo do Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi).

Segundo ele, por ser "altamente intensivo em tecnologia" o setor aeroespacial e de defesa precisa de dos insumos fundamentais: pessoal com formação especializada, aspecto que o sistema de ensino da região de São José dos Campos vem suprindo a contento, e de capital que, ele espera, está agora sendo providenciado. "Acredito que o Brasil está colocando ordem na casa." Para o especialista em assuntos militares Expedito Bastos, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), apesar das perspectivas geradas pela nova legislação, o quadro atual dá a impressão que o Brasil está recomeçando do zero, como teria feito em três outras iniciativas para desenvolver sua indústria de defesa. Segundo ele, no momento o país está fazendo "compras de ocasião".

Cita a compra, na Alemanha, de equipamentos para uso em eventos como a vinda do papa ao Brasil e a Copa das Confederações. Bastos disse que a Embraer, mais voltada para a área civil, e a Avibras são remanescentes das vitórias que o país tinha obtido nos anos 80 e desconfia de associações que estão sendo feitas por empresas brasileiras não especializadas (empreiteiras) com firmas estrangeiras altamente especializadas. "Essas empresas vão acabar apenas colocando suas tecnologias aqui", prevê.
FONTE DEFESANET

EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA NA SITDEF PERÚ

09/05/2013Em: Press Releases

Embraer Defesa & Segurança participa 

da SITDEF, no Peru

  

São Paulo, 10 de maio de 2013 – A Embraer Defesa & Segurança estará presente na 4ª edição do Salão Internacional de Tecnologia para Defesa e Prevenção de Desastres Naturais (SITDEF),  evento que será realizado entre os dias 15 e 19 de maio, em Lima, Peru.

“Estamos interessados em participar dos principais programas de defesa no Peru nas áreas de vigilância e monitoramento, segurança interna e patrulha de fronteiras”, disse Geraldo Gomes, Diretor de Marketing e Vendas Internacionais da Embraer Defesa & Segurança. “Nossa proposta é estabelecer uma ampla cooperação com o governo local promovendo a capacitação tecnológica da indústria peruana”.

A Empresa terá um estande localizado no Inka Pavilion (nº 170-171) e vai promover um amplo conjunto de soluções integradas que combinam alto nível tecnológico e eficiência operacional a custos de aquisição e operação competitivos. Isso inclui o avião de ataque leve e treinador avançado A-29 Super Tucano, a família de aeronaves de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR) e o jato de transporte militar e reabastacedor KC-390. 

O Super Tucano está em operação em nove forças aéreas na América Latina, África e Sudeste Asiático e, recentemente, foi selecionado para o programa Light Air Support (LAS, na sigla em inglês, ou Apoio Aéreo Leve) da Força Aérea dos Estados Unidos com o objetivo de  executar missões de contra-insurgência no Afeganistão. A família de aeronaves ISR consiste de três modelos: Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW&C), sistema Multi Intel (Sensoriamento Remoto e Vigilância) e Patrulha Marítima (MP). Todos são capazes de operar de forma integrada com o Super Tucano por meio de um sistema de enlace de dados (data link). O KC-390, que se encontra em fase de desenvolvimento, possui 60 cartas de intenção de compra e estabelecerá um novo padrão para aeronaves de transporte militar de médio porte em termos de desempenho e capacidade de carga. O primeiro voo está previsto para 2014 e as entregas começam em 2016.

O portfólio da Embraer Defesa & Segurança inclui ainda tecnologias de radar de última geração, veículos aéreos não tripulados (VANTs) e sistemas avançados de informação e comunicação, como aplicações de Comando, Controle, Comunicações, Computação, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (C4ISR).

Siga-nos no Twitter: @EmbraerSA


SYNERGY DEFESA E SEGURANÇA


Synergy Defesa e Segurança marca presença na LAAD'2013
Da redação - 6/5/2013



Pela primeira vez desde a sua criação em 31 de julho de 2012, a Synergy Defesa e Segurança (SDS) participou da mais recente edição da LAAD'2013, feira de defesa organizada no Rio de Janeiro em abril último.
Num dos mais importantes eventos dedicados ao segmento de defesa e segurança, a SDS expôs o amplo portfólio de serviços oferecidos pelas empresas do grupo que inclui o Estaleiro Ilha SA; a AEQ (ex-Britanite) responsável pelo desenvolvimento de armamentos para aviação; a Digex, especializada na manutenção e reparos de aeronaves civil e militar e a Turboserv, capacitada para realizar manutenção nos turboélices Pratt & Whitney PT-6A.


O Lockheed C-130M Hercules da Força Aérea Brasileira, em trabalhos de reparo e manutenção na Digex.
Mais de mil funcionários estão divididos entre as empresas do grupo desenvolvendo estudos e sistemas de alta tecnologia agregada, como a bomba guiada por navegação inercial auxiliado por GPS SMBK-82, com alcance de 24km.
Através de um convênio de cooperação comercial assinado durante a LAAD, a SDS tornou-se a representante legal no Brasil, para atender as demandas de embarcações civis e militares, da empresa colombiana COTECMAR (Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial). O Estaleiro Ilha SA está desenvolvendo quatro Navios Patrulha da Classe Macaé, de 500 toneladas, para a Marinha do Brasil, com o primeiro será entregue ao final deste ano.



IDEF 2013


IDEF’13 – EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA

Share Button
Entre os avançados sistemas que serão apresentados pela EDS  em Instambul figuram aqueles empregados  em estruturas de  Comando, Controle, Comunicações, Computação, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (C4ISR) (Foto: Divulgação)
Foto3EDSIDEF13
Ivan Plavetz
A Embraer Defesa e Segurança (EDS) participa entre os dias 07 e 10 de maio da 11ª International Defence Industry Fair (IDEF’13), evento que acontece em Instambul, capital da Turquia. Na ocasião, a EDS promoverá um amplo conjunto de soluções integradas de alta tecnologia,  incluindo o avião de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano e o jato de transporte militar e reabastacedor KC-390.
kc390
O transporte militar reabastecedor multitarefa EDS KC-390 (Imagem: EDS)
O Super Tucano foi selecionado (novamente)  em fevereiro último como a melhor opção para o programa Light Air Support (LAS)  da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), cujo objetivo é executar missões de contra-insurgência  (COIN) no Afeganistão. O KC-390, o qual se encontra em fase de desenvolvimento, possui 60 intenções de compra e está sendo planejado para estabelecer  um novo padrão para aeronaves de transporte militar de médio porte em termos de desempenho e capacidade de carga. O primeiro voo está previsto para 2014 e as entregas começam em 2016.
fila anda
O portfólio da EDS exibido na  IDEF’13 também inclui a família de aeronaves de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR) (Foto: Embraer Defesa e Segurança)
O portfólio da EDS exibido na IDEF’13 também inclui a família de aeronaves de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), tecnologias de radar de última geração, veículos aéreos não tripulados (VANTs) e sistemas avançados de informação e comunicação, como por exemplo, aqueles empregados em estruturas de  Comando, Controle, Comunicações, Computação, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (C4ISR).