sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL GUERREIROS !


sábado, 12 de outubro de 2013

CENTRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Investimentos em centro de gerenciamento de riscos busca acelerar respostas em ocorrências de desastres naturais

Criado com o objetivo de qualificar e dar transparência à gestão de riscos e desastres no Brasil, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastre (S2ID) já está sendo utilizado por 2.266 municípios brasileiros. A informação foi apresentada nesta quinta-feira (10), ao ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, durante vistoria às instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), órgão vinculado à Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).
Na ocasião, Francisco Teixeira conversou com os gestores e as equipes multidisciplinares do Centro que, no dia a dia, monitoram informações sobre o tema. Desde que assumiu o comando da pasta, em 1º de outubro, o ministro vem se reunindo sistematicamente com as áreas técnicas das cinco secretarias que integram a Integração Nacional.
"O que a gente observa aqui são os avanços que a Secretaria Nacional de Defesa Civil conquistou nos últimos três anos, desde o início do processo de reestruturação do Cenad e a partir do aporte de investimentos no setor. A aplicação de ferramentas mais avançadas para o planejamento e monitoramento das ações de defesa civil tem permitido respostas mais rápidas quando da ocorrência de desastres naturais", pontuou Francisco Teixeira.
A estrutura do Cenad dispõe de equipamentos de ponta, como painel de videowall em LCD, televisores para videoconferência - interligando até 180 pontos diferentes - e monitores com múltiplas funções, dentre outras tecnologias. Os investimentos no órgão, bem como a realização de um concurso público para fortalecer a equipe, realizado em 2012, são parte do esforço do Ministério da Integração Nacional para tornar o Centro uma referência em preparação e resposta a desastres no Brasil.
Atuação
O Centro possui duas frentes de trabalho: ‘Articulação, estratégia, estruturação e melhoria contínua' e ‘Ação permanente de monitoramento, alerta, informação, mobilização e resposta'. A primeira é responsável pela preparação e resposta a desastres, sendo sua principal atividade a mobilização de profissionais para atendimento às vítimas. Já a segunda frente de trabalho corresponde ao monitoramento constante de informações sobre riscos, com o objetivo de reduzir impactos e preparar a população. 
Fonte:


FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS APOIAM O OUTUBRO ROSA


PROJETOS DE DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA

Centro desenvolve capacidade de atuação em rede e para a redução das vulnerabilidades contra ataques
Representantes da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) visitaram, nesta quinta-feira (10), o Centro de Defesa Cibernética do Exército (CD Ciber), situado no Setor Militar Urbano, para conhecer os projetos estratégicos do Exército voltados para a defesa e a segurança cibernética.
O CD Ciber desenvolve iniciativas pioneiras no setor, como promover ações para o desenvolvimento da capacidade de atuação em rede e para a redução das vulnerabilidades contra ataques cibernéticos.
Na ocasião, o general chefe do Centro de Defesa Cibernética do Exército, José Carlos dos Santos, entregou à secretária-executiva da SAE/PR, Suzana Dieckmann Jeolas, e ao assessor de Defesa da Secretaria, general Marco Edson Gonçalves Dias, medalhas em homenagem à visita.
A SAE vem realizando discussões sobre o tema, a exemplo do XIII Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE), com o objetivo de criar uma agenda voltada para o setor cibernético brasileiro que seja de interesse do Estado e contribua para a formulação de políticas públicas mais eficazes para esse setor.
Fonte:

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TIROTEIO NA BASE NAVAL EM WASHINGTON

A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho

ALEXANDRE BORGES*
O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.
Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.
Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?
O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.
O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.
Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.
Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.
Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.
Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.
Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.
A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.
É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.
Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.
Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.
* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

WTC 12 ANOS

11 de Setembro de 2001

UM MINUTO DE SILÊNCIO


Caros amigos profissionais do segmento de segurança corporativa, segurança pública, privada, orgânica, eletrônica etc.
Hoje é o dia 11 de setembro, data que marcou definitivamente na existência da humanidade a face mais terrível  do caos e do terrorismo.

Com os  estudos e pesquisas em  Gerenciamento de Riscos Globais constatamos  que o pensamento assimétrico dos mentores dos atentados prevaleceram, mesmo se quisermos crer nas teorias da conspiração  , e que o despreparo para uma situação de tamanha crise em NYC era fato nos Estados Unidos da América.

Lutamos há muitos anos nas organizações por onde passamos  contra o amadorismo, a improvisação, o achismo e o despreparo que levam à perdas e morte muitas pessoas , em caso de graves ocorrências.
Paremos um minuto para pensar em nossa trajetória profissional e em todas as vidas que foram ceifadas nos Estados Unidos .

Não podemos errar, não temos este direito, meus amigos e companheiros.
Temos que estudar, analisar, pesquisar, investigar, dirigir, controlar, organizar, coordenar e definitivamente AGIR. Melhorando continuamente na capacidade técnica e qualidade  da execução das operações , e no cumprimento das normas legais e técnicas para a aprovação dos projetos de segurança no Brasil.

Vamos nos unir por um objetivo comum, vencer inimigos até invisíveis com a especialização, capacitação, qualificação profissional, estratégia e inteligência ?

Eu, Ulisses Nascimento – especialista em segurança pela ABSO, faço agora esta reflexão e espero os amigos no Encontro de Atualização Profissional na sede do INPAME São Paulo no dia 20 do corrente para a troca de experiências, informações e conhecimentos.

Homenagem aos heróis e anônimos de 11 de Setembro de 2001.




UM MINUTO DE SILÊNCIO